sexta-feira, abril 11, 2014

O Lar Cristão, poema de Stela Câmara Dubois



O Lar Cristão

Lugar nenhum, jamais, na vida eu vi,
Mais querido e mais santo que o meu lar.
Um lar cristão que Deus me deu aqui,
nesta rota escabrosa de passar.

Foi ele construído pelo afeto
De duas almas puras e sinceras,
Firmes no amor de Deus, nesse completo
Amor, das mais remotas, longas eras.

Feliz de um lar onde a sacra doutrina
Qual marmóreo e colosso pedestal
No meio se ergue, pois a sua sina
Será gloriosamente perenal.

Quão difícil é andar no rumo certo
Mesmo à frente avistando o fanal!
O pedregulho e o cardo estão bem perto,
No caminho postados - nosso mal.

Lugar nenhum, jamais, na vida eu vi,
Mais querido e mais santo que o meu lar,
Um lar cristão que Deus me deu aqui,
Nesta rota escabrosa de passar.

Temendo escolhos e o labéu da sorte
Fico à sua sombra - o manto protetor
Que é meu abrigo. - Ilesa, pois, da morte
Sairei, se neste ambiente sempre eu for.

A diferença eu vejo, claramente,
De um lar cristão e de outro, sem Jesus.
Aqui é paz. Ali, medra, inclemente,
O vislumbre terrestre que o seduz.

Feliz de mim que aqui hei de ficar,
No calor deste ninho sem igual.
Mas, se um dia, o destino os meus levar,
Na glória um lar terei, celestial.

Lugar nenhum, jamais, na vida eu vi,
Mais querido e mais santo que o meu lar.
Um lar cristão que Deus me deu aqui,
nesta rota escabrosa de passar.

No livro Antologia do Lar Cristão (UFMBB, 2001)

quinta-feira, abril 03, 2014

Dois poemas de J.T.Parreira


O Encenador

No princípio ouviu o seu próprio silêncio.
Não havia terra nem estrelas onde pousar a sua luz.
A sala estava vazia, não havia Rosa dos Ventos
para espalhar o seu olhar, as suas mãos
de fazedor eram a voz

E disse “Haja luz”, e tudo
começou a ser jovem, as palavras, as aves e os rios,
a juventude das fontes trazia as águas novas,
a claridade dos sons,
das ervas e das árvores,
a ascensão das flores do chão.

Sentado no palco na sua eterna sarça
olhava a multiplicação do respirar dos homens.

Agora o tempo atravessava a noite
e o dia, que vinha do sol para aquecer os rostos.
E viu Deus tudo e disse que era bom.


[ALGUÉM LÁ DE CIMA GOSTA DE MIM]
Alguém lá de cima gosta de mim
os seus olhos
ultrapassam-me e ficam

à minha espera
numa esquina qualquer
do calafrio

os seus ouvidos
velam meus lábios
todas as manhãs

deixa-me voltar
a pensar no dia
a repetir as coisas, sempre

e a tornar a cair
no volumoso veludo
de outra noite

Aqui, sozinho
Alguém lá de cima gosta de mim
Alguém

lá de cima gasta em mim
o seu amor


sexta-feira, março 28, 2014

Um poema de Joselir Veiga Martins


Poesia salva 

As vezes eu me sinto poeta esquecido 

Jogado em um canto qualquer mendigando rimas. 
Lutando com lágrimas que teimam em não cair.
Quem sabe eu não seja um mendigo travestido de poeta? 

À espera de rimas que não virão.
Que chora à porta do templo 

aguardando o tempo.
Porta fechada para balanço 

E do lado de fora 
Um Deus aberto a diálogos.
Talvez eu nem seja mesmo um poeta 

Mas, sim, um cristão esquecido pelas areias do tempo 
Como moldura antiga 
Que carrega fotos amareladas 
Que jazem do lado de fora de Laodicéia, 
Enquanto as manchetes se multiplicam 
Em boas novas na cidade vizinha.
Cidade em tumulto 

Turbas apaixonadas 
Pedem a cabeça de um certo homem 
Três salteadores pendurados 
O do meio se diz ser Deus 
Que loucura! 
Gente bem intencionada diz que suas palavras exalam luz 
Parece que um dos salteadores foi iluminado: 
Esperança para o poeta.
A rima voltou. 

Esta noite entrarei no Paraíso.

domingo, março 23, 2014

Dois poemas de Rui Miguel Duarte


Espinho

“… um espinho, um enviado de Satanás para me atormentar…”
2 aos Coríntios 12:7

cravado um espinho me foi
na língua uma ponta cuja ponta
é o veneno por dentro do paladar
o hálito do anjo da negritude
uma textura acre
que reúne contra mim
num só golpe todos os golpes
e açoites do mundo

cravado na língua e revolvido
na carne como o punhal
no ventre do inimigo
que só nessa hora
se aprende a conhecer
de tão perto que os olhos
de uns nos do outro se vêem

pensava que com língua
amortalhada seria impossível dizer
os poemas da minha vida
que são a incessante forma
de o coração dentro dos escombros
do peito saber ser generoso

mas subitamente
elevado à morada mais longínqua
do céu sem corpo talvez sem sonho
aprendi que nenhum espinho trava
a língua antes mais a adestra
na cadência da palavra proclamada
na disciplina da graça

Conclusão


É tempo de concluir; já tudo foi dito.
Eclesiastes 12.4

De tudo isto a conclusão é: o sol brilha
e não deixa vivalma isenta de meio-dia
a noite consome-nos quando faz assobiar os gonzos
por trás de nós, por trás da memória

a areia devora-nos o rosto, é uma mó
que de tanto moer grão seco quebrou

o coração dissolve-se no vento
sem saber o que o leva às alturas
sem saber se há alturas ou apenas vertigem

de tudo isto, dos velhos que são fortes
curvados, do deserto em que não entrámos
que perdemos na ilusão de ser mar mas que entra
por nós dentro, e nos traga as mãos
ao tanto escorrer

de tudo isto a conclusão
é afinal irrefragável:
teme ao Senhor ama os preceitos dum Pai
a eternidade que são
todas as horas da tua vida de homem,
esta é a tua condição, esta é a tua conclusão



quarta-feira, março 19, 2014

Um poema de Lusimar Biasi



MEDITAÇÃO
                                                                                             
A  escuridão cai sobre Jerusalém
Uma grande luz extingue-se no além
JESUS está morto!
Usualmente, os mortos eram deixados na cruz
Na mais densa escuridão, sem luz!
Alimentos  de abutres  e cães selvagens
Fora dos muros, os muros da cidade
Como advertência dos crimes cometidos!
Almas angustiadas, corpos adormecidos
 
José de Arimateia, ,judeu rico e senador
Que foi um grande amigo de CRISTO  o Salvador
Antes que chegasse o sábado, que ironia!
Queria o corpo do Mestre, antes daquele dia
José de Arimateia,junto com  Nicodemos
Dois religiosos, sedentos da verdade, mas não supersticiosos
Conheceram a  JESUS no resguardo das sombras da noite
 
Para aprenderem, sem serem vistos pelos judeus
Temiam  as controvérsias,pois eles não criam em DEUS
E  antes que as trombetas soassem ao entardecer
Teriam que tirar o corpo de JESUS! Se Pilatos conceder
No entanto permissão é dada: e eles a correr
Chegam até a cruz, e que horror!,
Ficaram estarrecidos, em ver o seu SENHOR...
 
Em súbita emoção, choram e choram!
Choram por eles mesmos, por tudo que não fizeram
E por tudo que não entenderam
E por não terem seguido,  aquele que os escolhera.
Desajeitados  tentam tirar CRISTO da cruz!
O vento sopra forte, e lembram de JESUS
Quando disse: assim falou Isaías
Assim como Moisés, levantou a serpente no deserto
Da mesma forma importa que o filho do homem seja 
Levantado!
LEVANTADO! A expressão circula em suas mentes
Era momento de dor  e muito deprimente
Colocam o corpo no chão  e examinam os danos
Feitos pelos soldados, aqueles desumanos
Cumprira-se o que disse Isaías
O seu parecer estava desfigurado!
Seus pés e suas mãos estavam  perfurados!
O sol poente, apressa o trabalho dos dois
E pensam... não fizemos nada para evitar
Essa tragédia! Brutal, tinham  influência
Para barrar este tão grande mal
 
Levaram o corpo para o sepulcro de José
O corpo do bom MESTRE, JESUS DE NAZARÉ
Para esses heróis mais atípicos
Essa foi a hora da grande emoção
Longe de todos, longe da multidão!
O momento, amor tardio, que conduz
Quando eles olham para o SENHOR JESUS!

Nicodemos e José, colocam o corpo na sepultura
E abraçados choram, a terrível desventura
De não terem servido ao MESTRE com ternura!

sábado, março 15, 2014

Semente na Terra, poema de Myrtes Mathias



Semente na terra

Semente na terra não é semente perdida,
é vida escondida – um dia, surgirá.
Num tempo distante, que a gente não espera,
será primavera – linda germinará.

Por isso, com amor, vou lançando na terra,
o melhor de minha vida, de meus sonhos de agora:
com os olhos em Deus, vejo flores e frutos,
enfeitando o mundo quando chegar sua hora.

Talvez eu não veja, aqui não esteja,
mas esta certeza no coração,
me faz entoar a canção do ceifeiro,
quando ainda é semente escondida no chão:
mesmo maltratada, esquecida, pisada,
no dia em que sentir da Luz a atração,
não haverá barreiras, pedras, espinhos,
abrirá seu caminho,

será Luz! Será Pão!

Do livro Semente na Terra (JUERP, 1990)

quinta-feira, março 06, 2014

Oito de março, Dia Internacional da Mulher: Cinco poemas de Ivone Boechat



Sou mulher

Sou mulher,
com as aflições e a inspiração do poeta,
o esplendor e a serenidade das mães!

Sou uma canção de ninar,
experimentadora dos sabores do tempo,
estrela da constelação familiar!

Sou letra e música da canção
do mais puro sentimento
que a mulher é capaz de cultivar!

Sou feita síntese do segredo de amar,
tenho fases minguante e cheia,
assim como o luar!



Mulher madura

Esse ar puro oxigenado de maturidade
me dá o aspecto de que já vi tudo na vida,
disposta a rever a própria vida.

Este sentimento de mulher humana
me dá o direito de viver feliz,
inspirando segurança,
como se já tivesse tudo o que quis.

Esse jeito felino ou de criança
me dá a certeza de ser forte como nunca,
agarrada nos braços da esperança.

Essa determinação de chegar faceira,
sem ter que explicar nada
nem dizer porque,
me dá a sensação
de estar no auge da vida,
a vida inteira.


AS MÃOS DA MULHER
  
Vestem necessitados,
ensinando a bondade.
Dão o exemplo,
ensinando o amor.
Embalam o berço,
ensinando a ternura.
Indicam o caminho,
ensinando a decidir.
Preparam alimentos,
ensinando a repartir.

Erguem as mãos,
ensinando a orar.
Abrigam o aflito,
Ensinando a esperança.
Enxugam a lágrima,
ensinando a compartilhar.
Constroem a família,
ensinando a confiar.
Plantam flores,
ensinando a trabalhar.


Que mulher é essa

Que mulher é essa
que não se cansa nunca,
que não reclama nada
que disfarça a dor?
Que mulher é essa
que contribui com tudo,
que distribui afeto,
tira espinhos do amor!
Que mulher é essa
de palavras leves,
coração aberto,
pronta a perdoar?
Que mulher é essa?
que sai do palco,
ao terminar a peça,
sem chorar!
Essa mulher existe,
sua doçura resiste,
às dores da ingratidão,
resiste à saudade imensa,
resiste ao trabalho forçado,
resiste aos caminhos do não!
Essa mulher é MÃE,
linda, como todas são.



MULHER
  
Um aroma suave
exalou das mãos do Criador,
quando seus olhos contemplaram
a solidão do homem no Jardim!

Foi assim:
o Senhor desenhou
o ser gracioso, meigo e forte,
que Sua imaginação perfeita produziu.
Um novo milagre:
fez-se carne,
fez-se bela,
fez-se amor,
fez-se na verdade como Ele quer!
O homem colheu a flor,
beijou-a, com ternura,
chamando-a, simplesmente,

Mulher!

sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Dois poemas de Julia Lemos




LITANIA

Trago dentro de mim
uma oração como uma litania.
Pai, não trago palavras fáceis,
em vão se amontoam os pedidos,
coisas. Não era isto que eu queria
mas a ternura. 

Hoje o céu está como que de chumbo,
vertigem dos joelhos
terem subido de repente. 

Guardo em mim a ânsia
da terra que me foi prometida.
-Não eram os frutos
maiores aqueles
trazidos pelos espias? 

Pai, não vim aqui
fazer orações compridas.
Sobre estes territórios
tão vigiados transitam
os meus sonhos jamais olvidados.



UM OLHAR INEXTINGUÍVEL

Deus se amplia,
além do meu espaço,
meu gueto, meus guias.
Ele vai muito além
de meus esquadros,
usando régua e compasso
que desconheço.

Na matemática simples do dia,
enquanto ainda estou no começo,
Ele está lá no futuro
realizando promessas,
que mais próximas do meu
passado já se encontram.

Para melhor entende-lo,
serve-me de espelho
a física quântica.
Por isto, minha palavra
traz à existência o que não existe,
e, como as águas, símbolo do seu Espírito,
vou perfurando fendas na Rocha sobre
o precipício.

Olho para Deus
vendo-o criar mundos dentro de outros mundos,
e a mover-se na velocidade de uma luz
que neste momento já extinguiu tantas estrelas.


segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Mãos de Jesus, um poema de Waldir José da Silva



Mãos de Jesus

Contarei, meus irmãos, a história das mãos
que foram cravadas com ódio e furor.
Eram mãos tão queridas, mas foram feridas
por homens cruéis que mataram o Senhor.

Essas mãos estendidas curavam feridas,
davam vistas aos cegos, curavam a dor.
Eram mãos milagrosas e tão caridosas,
emanando graça, virtude e amor

Essas mãos de poder revelavam saber
mostravam o caminho brilhante de luz.
Tinham tanto valor, eram as mãos do Senhor,
conduzindo ao Calvário sua própria cruz.

Essas mãos consagradas com cravos furadas
formavam na cruz o emblema do amor.
Foi por nosso pecado que ali pendurado
de mãos estendidas morreu meu Senhor.

Santas mãos de Jesus espalmadas na cruz,
acenavam ao mundo a paz e o amor.
Mãos que apontavam o céu quando rasgou-se o véu.

E subiu para a glória o nosso Salvador.

No livro Antologia de Poetas Evangélicos (Ultimato, 2014)

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

Crente Celular e mais poemas do Pr. Alvacir B. Menezes



CRENTE CELULAR

Reúne as mais atuais das tecnologias,
Até o culto da vigília tende atrapalhar.
No seu coração atalha a pálida agonia,
Pelo que fazia, impedia Deus de atuar.

Em seus dias prefere ficar fora de área,
Estando clara a sua péssima comunhão.
Sem produção espiritual na santa seara,
Por sua vida precária faltando salvação.

Tendo a locução por demais imprecisa,
Sempre improvisa na própria adoração.
A sua apresentação a ninguém suaviza,
Deixando a devida dúvida entre irmãos.

Ao ser recrutado pra nobres atividades,
Usa na realidade sua imprópria aptidão.
Pois seu coração tem falta hombridade,
Por não ter autoridade pra fazer missão.

No tempo fica impróprio pra ser usado,
Sendo abandonado por estar sem valor.
No ardor de sua vida preferiu o pecado,
Deixando rejeitada, a glória do Senhor.
  
Na vida foi grandemente manipulado,
Sempre deixado distante da salvação.
Sem aprovação para viver abençoado,
Seguiu obstinado falando dos irmãos.

O imenso amor de Deus foi primeiro,
Para nos fazer herdeiros do novo lar.
Foi preciso doar-se de corpo inteiro,
Amando o desordeiro, crente celular.

Reúne as mais atuais das tecnologias,
Até o culto da vigília tende atrapalhar.
No seu coração atalha a pálida agonia,
Pelo que fazia, impedia Deus de atuar.

Em seus dias prefere ficar fora de área,
Estando clara a sua péssima comunhão.
Sem produção espiritual na santa seara,
Por sua vida precária faltando salvação.

Tendo a locução por demais imprecisa,
Sempre improvisa na própria adoração.
A sua apresentação a ninguém suaviza,
Deixando a devida dúvida entre irmãos.

Ao ser recrutado pra nobres atividades,
Usa na realidade sua imprópria aptidão.
Pois seu coração tem falta hombridade,
Por não ter autoridade pra fazer missão.

No tempo fica impróprio pra ser usado,
Sendo abandonado por estar sem valor.
No ardor de sua vida preferiu o pecado,
Deixando rejeitada, a glória do Senhor.

Na vida foi grandemente manipulado,
Sempre deixado distante da salvação.
Sem aprovação para viver abençoado,
Seguiu obstinado falando dos irmãos.

O imenso amor de Deus foi primeiro,
Para nos fazer herdeiros do novo lar.
Foi preciso doar-se de corpo inteiro,

Amando o desordeiro, crente celular.


LAMENTO DO MOÇO

Debaixo de uma cansada mangueira,
Esteve o moço por uma noite inteira,
Tendo o coração casado de lamentar.
Estava cercado por precioso orvalho,
Que alimentava o frondoso carvalho,
Ouvindo o balbuciar do seu coração.

Ao proferir as palavras aquele moço,
Seu coração com um grande esforço,
Ousou corajosamente lhe confessar.
Estou sofrendo grandemente contigo,
Já estou passando por grande perigo,
Estou correndo o sério risco de parar.

Diante de uma simples serena aragem,
Ao refletir sobre a sua pobre bagagem,
Repleta das mais perigosas aventuras.
Respondeu então aquele pobre rapaz:
Minha vida está muito sedenta de paz,
Cansada de viver as suas desventuras.

Minha vida é singela sem esperanças,
Tenho com este mundo uma aliança,
Pra sempre viver na prática do pecar.
Na viva não passo de um moribundo,
Perambulando como um vagabundo,
A procura de mão amiga pra segurar.

Estou na vida a viver longe de Cristo,
Com passaporte totalmente sem visto,
Sem condição de fazer meu regressar.
Sei que preciso ter maior obediência,
Também deixar o conceito da ciência,
Para estar de volta ao meu preciso lar.

Envolvido pelo sério manto da noite,
Passou a refletir nos terríveis açoites,
Lhe fez lembrar o preço pago na cruz.
Voltou a ouvir o seu cansado coração,
Debruçado no sussurro de tal emoção,
Ao receber a graça salvadora de Jesus.

Cristo morreu como simples cordeiro,
Amando este mundo o tempo inteiro,
Trazendo grandiosa paz aos corações.
Teve as mãos pregadas num madeiro,
Derramando o seu sangue verdadeiro,
Cumprindo assim a sua árdua missão.

Despertando de um novo dia previsto,
Este moço entregou sua vida a Cristo,
Carimbando seu passaporte para Sião.
Voltou ter grande alegria na sua vida,
Sua tristeza reprovada e interrompida,
Efeitos da divina e suprema redenção.

Amigo! Hoje peço a você que escute,
Quero que da palavra tenha desfrute,
Recebendo a Jesus Cristo no coração.
Abandonando sua vida de melancolia,
Prevendo uma nova vida naquele dia,
Aquele dia da total gloriosa redenção.

Ao chegar naquela eternal Jerusalém,
Quero conhecer a sua grande história,
Escrita no majestoso livro do Senhor.
Vou também conhecer sua influencia,
No viver daquele pobre sem essência,
Que alcançou vital graça do Salvador.


O Pr. Alvacir B. Menezes é autor do livro Frutos

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